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Otimismo na indústria da construção recua em março, mas segue elevado

Fonte: CNI

O Índice de Confiança do Empresário (ICEI) da construção recuou 1,3 ponto em março devido à queda no otimismo com respeito aos próximos meses. Apesar do recuo, todos os indicadores de expectativas seguem historicamente elevados. A intenção de investimento para os próximos seis meses registrou o maior valor para o período desde 2014. A tendência de alta da intenção a investir acompanha a evolução da Utilização da Capacidade Operacional (UCO) que, embora tenha apresentado estabilidade entre janeiro e fevereiro, encontra-se em nível historicamente elevado.

Desempenho da atividade de fevereiro é melhor que em anos anteriores para o período

O índice do nível de atividade ficou em 48,2 pontos, abaixo da linha divisória dos 50 pontos, que separa aumento de queda do nível de atividade, ou seja, a sinalização é de recuo das atividades. O indicador, entretanto, é o melhor para o mês de fevereiro desde 2012 (quando registrou 49,4 pontos), ou seja, sinaliza que o desemprenho no mês foi mais favorável que em anos anteriores. O índice do número de empregados ficou em 49,2 pontos. Assim como o ocorrido para o nível de atividade, o valor de índice é o maior para fevereiro desde 2012, quando registrou 50,8 pontos. Portanto, de modo geral, o desempenho da construção no mês foi a melhor para o período quando compara a anos recentes.

Confiança da construção recua, mas o segmento segue confiante

Em março de 2022, o Índice de Confiança do Empresário (ICEI) da indústria de construção caiu 1,3 ponto, para 55,3 pontos. Por estar acima da linha divisória de 50 pontos, que separa a confiança da falta de confiança, o índice indica que os empresários da Construção estão confiantes. A queda do ICEI em março revela redução do otimismo do empresário na comparação com o mês anterior. A queda na passagem de fevereiro a março, no entanto, é a menor dos últimos quatro anos.

A percepção dos empresários da indústria da construção em relação às condições correntes de seus negócios foi discretamente mais pessimista em março. O índice de Condições Atuais caiu 0,5 ponto, para 49,1 pontos. O recuo registrado é influenciado pela piora do índice de Condições da Empresa, que caiu 1,5 ponto, de 51,2 pontos para 49,7 pontos. O recuo do índice para valor abaixo dos 50 pontos indica que os empresários deixam de avaliar o cenário dos últimos seis meses como de melhora, passando a uma percepção de piora nas condições gerais da empresa.

O índice para Condições da Economia Brasileira aumentou 1,4 ponto, para 48 pontos, contudo, permanecendo abaixo da linha divisória de 50 pontos. O Índice de Expectativas caiu 1,7 ponto, para 58,4 pontos. Apesar da queda, o índice permanece acima da linha de 50 pontos e da média histórica. Ou seja, mostra expectativas positivas e relativamente elevadas.

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