Fonte: CBIC

Pressionado pelas fortes elevações nos preços dos insumos, o aumento no custo da construção não dá trégua. Em maio, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), calculado e divulgado nesta quarta-feira (09/06) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), aumentou 2,22%.

Nos cinco primeiros meses do ano, a alta registrada foi de 7,41%, a maior para o período desde 2003. De junho do ano passado a maio deste ano, o incremento foi de 15,26%, o que correspondeu a maior elevação, para um período 12 meses, desde novembro/2003 (16,18%).

Pelo 11º mês consecutivo, o custo com materiais e equipamentos apresentou crescimento expressivo: 2,81%. De janeiro a maio deste ano o aumento foi de 14,09%, o maior para o período desde o início da divulgação da sua série histórica (1996).

Efeito do forte aumento de custos sobre o setor

“Particularmente nas obras públicas, caso não aconteça um reequilíbrio econômico nos contratos, projetos já iniciados poderão ser inviabilizados”, alerta Vasconcelos.

Isso porque os aumentos, na proporção que estão acontecendo, eram impossíveis de serem previstos. “As construtoras não conseguem mais absorver altas tão expressivas”, afirma.

Segundo a economista, no mercado imobiliário os lançamentos de novas unidades podem ser adiados em função da incerteza em relação ao futuro.

“A falta de previsibilidade para a solução desse problema, que completará um ano no próximo mês, prejudica não somente a construção, mas a economia nacional como um todo. Num momento onde o desemprego alcança patamares recordes, o setor poderia estar contribuindo muito mais para incrementar as atividades do País”, diz.

Consigo reduzir o impacto na minha construtora?

Com o cenário de aumento nos custos de construção, a produtividade deve se tornar ainda relevante para as construtoras. A industrialização, além otimizar os processos no canteiro de obras,  traz a padronização e escalabilidade, que permitem ciclos mais curtos de produção o que tende mitigar os riscos gerais, diminuir os custos, principalmente os indiretos, e reduzir o impacto da inflação, que incide principalmente em obras com ciclo mais longo de execução. 

Como sistema construtivo industrializado off-site desenvolvido pela Tecvede, em wood frame, o impacto do aumento dos insumos acaba sendo muito menos expressivo, já que pelas suas características industriais e pela menor oscilação entre oferta e demanda, a madeira apresenta variações de preços muito abaixo do INCC, afetando positivamente o resultado do empreendimento.

Ao contrário do que pode ser idealizado, a implantação de uma obra industrializada é muito fácil para a construtora ou incorporadora. Tendo a Tecverde como uma parceira de negócio, por exemplo, é possível desenvolver projetos e operacionalizar a produção de casas térreas, sobrados e torres de até quatro pavimentos, com diferentes tipos de projetos. Nossa fábrica já possui toda estrutura necessária para produzir até 15 unidades habitacionais por dia. Atualmente, temos mais de 20 mil pessoas morando em residências Tecverde, com um índice de satisfação de 92%. Quer saber mais? Entre em contato conosco! 

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