Dados divulgados em janeiro de 2021 pela Abrainc mostram que, em 2019, a dimensão absoluta do déficit habitacional no Brasil alcançou 7,8 milhões de unidades. Isso corresponde a 9,6% do total de domicílios existentes no país no ano.

O grande desafio não só para as construtoras que desenvolvem projetos para o programa Casa Verde e Amarela, mas para todas as esferas governamentais, atuantes no desenvolvimento urbano e social, é de como trabalhar para a redução desse déficit, proporcionando moradias dignas para a população.

Neste cenário, é impossível não pensarmos na construção industrializada como protagonista na melhoria das obras das Habitações de Interesse Social (HIS) já que a industrialização possibilita mais velocidade de execução das obras, trazendo mais agilidade na entrega do empreendimento e acelerando o acesso a moradias, com um alto padrão de qualidade.

A industrialização da construção civil vem como – além de uma tendência no setor – a resposta mais rápida para viabilizar empreendimentos de habitação social e econômica, uma vez que os sistemas industrializados possuem intrínsecos a sua operação, a agilidade de produção, controle de qualidade superior, velocidade na montagem e padronização de projetos.

Residencial Jácomo Violin | Parceria entre Prefeitura de Londrina, COHAB-LD e Tecverde

Produzidos em fábrica, em linha de produção, os componentes das residências chegam prontos para montagem no canteiro de obras, possibilitando a entrega até quatro vezes mais rápida que os sistemas convencionais, utilizados no Brasil.

Ainda, com a produção em escala é possível a redução de custos indiretos de obra e também dos custos variáveis no orçamento da construção. Como o sistema é produzido em fábrica, de forma padronizada, o orçamento é mais assertivo, não sendo tão impactado com a oscilação de preços de materiais de construção, o que favorece o compliance na administração e gestão de contratos, principalmente nos casos das obras públicas.

No sistema Tecverde, como a produção é feita em wood frame, ainda temos a vantagem econômica e sustentável da madeira, que sofre bem menos com as altas do mercado, quando comparado aos sistemas de alvenaria convencional e aos de steel frame.

Obras mais rápidas, mais sustentáveis e com um padrão de qualidade superior são apenas algumas das vantagens que a construção industrializada pode trazer para a população brasileira.

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