No final do mês de dezembro de 2020, a Abrainc – Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias, divulgou um estudo inédito, encomendado à Ecconit Consultoria Econômica, sobre necessidades habitacionais do país e unidades da Federação no período 2004-2030.

De acordo com o relatório final do estudo, o conceito de necessidades habitacionais inclui as deficiências atuais do estoque de domicílios – o déficit habitacional – junto a demanda adicional por novas habitações decorrentes do crescimento do número de famílias e da mobilidade entre estratos de renda.

Os dados apontam que em 2019, a dimensão absoluta do déficit alcançou 7,8 milhões de unidades. Isso corresponde a 9,6% do total de domicílios existentes no país no ano.

Desse total, 4,4 milhões (57%) se referem ao Déficit Restrito, que totaliza o número de famílias que vive em condições precárias. Também se observou que nos últimos 15 anos, houve uma diminuição neste índice, que caiu de 6,4 mm famílias em 2004 para 4,4 mm em 2019, mostrando a eficácia dos programas habitacionais.

Segundo o estudo a região Nordeste é a que concentra a maior parcela do déficit habitacional brasileiro (34,8%), fato explicado sobretudo pela elevada coabitação e, mais especificamente, pelo número de famílias conviventes. Já, quando se considera o ônus excessivo com aluguel, a região Sudeste é a que apresenta uma parcela maior déficit brasileiro (40,3%).

Confira a íntegra do Estudo em https://bit.ly/3pYFCQg

Fonte: ABRAINC

Copyright © 2021
Ir para o topo